Nos dois últimos fins-de-semana, fiz uma coisa que gosto particularmente: ir passear nesta imensa planície. Deixar o alcatrão para trás e, quase sem rumo, explorar o terreno adjacente.
Tenho esperança num futuro melhor.
(fotos: jocasipe)
(fotos: jocasipe)
(fotos: recepção por mail e jocasipe)
(foto: jocasipe)

Felizmente, houve bom senso de, a tempo, se fazer uma recuperação profunda daí resultando num espaço bem agradável, e um bom postal da cidade para quem entra por aquela via. Ao invés do que acontecia na minha infância, já não se observam miúdos a brincar (devem estar na playstation, ou no PC). Ocasionalmente vejo "velhos" apanhando um pouco de sol ou a jogar à malha. Ao menos dinamizam o espaço circundante da Ermida que está fechada... não sei por que razão...
(foto: jocasipe)
Esta fotografia do triunfo dos aliados na segunda guerra, onde um soldado Russo agita a bandeira soviética no alto de um prédio, demorou a ser publicada, pois as autoridades Russas quiseram modificá-la. A bandeira era na verdade uma toalha de mesa vermelha e o soldado aparecia com dois relógios no pulso, possivelmente produto de saque. Sendo assim foi modificada para que não ficasse feio para os soviéticos.
Uf. Consegui!
(imagem recebida por mail)
(foto recebida por mail)Uma vez mais o enquadramento não foi o ideal.... enfim. Mas podemos verificar que alguns traços se mantem inalteraveis!
Curioso.
The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados do 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirando-se de uma das torres. A publicação do documento pouco depois dos atentados irritou a certos setores da opinião pública norte-americana. Acto seguinte: a maioria dos meios de comunicação autocensurou-se, preferindo mostrar unicamente fotografias de atos de heroísmo e sacrifício. Ah sim... Mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...

(imagem recebida por mail)
nascimento da Rainha. O escultor escolhido foi Álvaro de Brée, e eu fui incumbido de acompanhar a realização do trabalho.


grupo de 3 casais também usava a pista, o que permitiu um maior elan, ao evoluírmos no bonito traçado do SAKI.
Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamita que se sacrificou até a morte numa rua movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu acto foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel. Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído. Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país. Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista. Durante a cremação seu coração manteve-se intacto, pelo que foi considerado como quase santo e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnan como relíquia.
(fotos: jocasipe)
(foto: jocasipe)
Fiquei na dúvida: Será um sinal de ser perigoso dormitar? Que é de perigo, não tive qualquer dúvida mas os "ZZZ's" confundiram-me... ou será que era sinal de abelhas? ou...?
Também não o encontrei nos sinais de trânsito portugueses.
Já deve ter uns anitos, face ao seu estado de conservação, mas aí está ele, para as curvas.


(fotos: jocasipe)
Para mim, o maior aliciante do programa é a possibilidade da entrada no padock, onde se observa bem de perto todo um mundo de pequenos pormenores, que estão na genese da competição automóvel.
(fotos: jocasipe)

Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com que foi descrita durante muitos anos: segundo se contava, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto se encontrava sentado tomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão. Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que se tratava de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, enviando-lhes uma cópia da foto como agradecimento. 55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.
(foto: jocasipe)
Nesta imagem que tirei em 2005, vemos um dos pioneiros do sucesso da Renault na F1. A exposição estática de veiculos históricos desperta sempre muita curiosidade.
Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética. Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista e do mundo. No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.